Quais as Preocupações dos Pacientes em Tempos de Covid-19?

tendências covid

Em tempos de Covid-19, os olhos do mundo estão voltados para a área de saúde. Não poderia ser diferente, com tantas preocupações passando na mente da população, em um momento tão crítico como esse.

Muitos pensam que as preocupações e anseios dos pacientes se limitam aos problemas de saúde relacionados à própria Covid-19. No entanto, traremos algumas estatísticas de tendência que mostram como todo o setor de saúde está sendo demandado, nesse momento.

Antes, alguns fundamentos

Antes de entrarmos em detalhes sobre essas tendências, vamos falar sobre alguns fundamentos que vão ajudar a entender melhor essas tendências.

Os principais tipos de buscas realizadas em plataformas de pesquisa (Google) são as seguintes:

  • Informacional,
  • Intenção Comercial,
  • Transacional,
  • Navegacional,
  • Direcional ou Geo-Localizada.

Pesquisas informacionais são aquelas em que o usuário nitidamente está em busca de informações e respostas para suas dúvidas. Alguns exemplos: todas aquelas pesquisas que começam com “quando, como, por que, onde, quanto, o que é” e várias outras similares.

Pesquisas de intenção comercial são aquelas nas quais o usuário já está com intenção de compra de algum serviço ou produto, mas ainda possui dúvidas. Alguns exemplos dessas pesquisas seriam: “qual o melhor médico infectologista de SP”, “médico bom e barato em SP”, “médicos que atendem urgência”, etc.

Buscas transacionais são aquelas que demonstram decisão de compra ou consumo já tomada. Alguns exemplos: “marcar oftalmologista”, “marcar consulta infectologista particular”.

As buscas navegacionais são aquelas em que o usuário está em busca de um site ou produto específico. Exemplos: “consultório Dr. Fulano”, “Marcar consulta Dr. Ciclano”.

Buscas direcionais são aquelas geo-referenciadas: “consultório médico no centro de SP”, “clínica infectologia mais próxima”.

Mudança de padrão de buscas

De uma maneira geral, todas essas buscas estão acontecendo o tempo todo na internet. O volume de buscas informacionais é muito maior, seguidas (geralmente na seguinte ordem) pelas de intenção comercial, transacionais, navegacionais e direcionais.

Esse padrão costuma seguir o aspecto do funil número 1, representado abaixo:

Esse primeiro funil pode ser considerado o funil “normal”, que acontece no dia a dia. As pesquisas vão se direcionando para o consumo de serviços de uma forma gradual, de modo que em qualquer momento existem pessoas em todas as etapas dessa jornada. Isso acaba influenciando um fluxo quase contínuo nos consultórios, clínicas e serviços de saúde de uma maneira em geral.

O segundo funil é a representação básica do que acontece em momentos como o do Covid-19, que vamos exemplificar com diversos gráficos de tendência. De uma maneira geral, as buscas por termos de saúde acontecem em volume muito maior do que em situações basais, por isso a base mais larga do funil 2. No entanto, essas buscas são mais concentradas em pesquisas informacionais (topo de funil) do que direcionais (fundo de funil), afinal, as pessoas estão em casa.

Tendência 1: “Saúde”

Nos últimos dias, houve um aumento de 200% na busca pelo tema.

No entanto, engana-se quem pensa que apenas termos relacionados à Covid-19 ficam em alta em momentos como esse. As pessoas estão em casa e entediadas. E seus problemas de saúde continuam existindo. Para muitos, esse é um momento de busca de informação e dados sobre situações que já gostariam de ter pesquisado, mas não tiveram tempo para tal. Para tantos outros, esse é um momento de buscar alternativas para problemas já conhecidos e tratamentos já realizados. Nos exemplos de pesquisas de tendência que traremos aqui, notamos impacto no comportamento em praticamente todas as especialidades que buscamos.

Demanda reprimida de buscas transacionais

Notamos uma queda relativa na busca por termos de saúde que se correlacionam com procedimentos e consultas eletivas. Mas ao contrário do que imaginávamos (uma grande queda), essa redução foi menor do que a esperada (média de apenas 15% para mais de 200 termos avaliados, em 20 especialidades).

Concluímos com isso que as pessoas estão se informando em velocidade quase igual àquela anterior à Covid-19, mas sem avançar no funil para as buscas transacionais e direcionais.

Se pudermos simplificar o pensamento, estamos dizendo, em outras palavras, que:

As pessoas estão se informando em velocidade similar à anterior e criando um nítido represamento de demanda para o pós-Covid.

Em nossa opinião, veremos um “boom” de pesquisas transacionais e direcionais com o fim da quarentena.

O mesmo comportamento foi notado em epidemias anteriores, como a da SARS em 2002. O gráfico abaixo foi retirado de uma cartilha da Harvard Business School e mostra a evolução da economia no período da SARS. Acreditamos que ele reflete também as buscas por serviços de saúde eletivos, mas não existem dados digitais da época. O padrão em “V” de recuperação da economia é o mais provável: queda durante, com sobrecarga depois.

Por que isso é importante para você?

Se o interesse da população se desviou para a saúde, é o momento de você, como profissional de saúde, ajudar nesse momento. E não estamos falando de “marketing” (apesar de ser esse o nome). Estamos falando de resolver um gigantesco problema de saúde pública GENERALIZADO, com informação.

Veja o exemplo abaixo.

Tendência 2: “comprar droga”

As pessoas estão em casa e desesperadas! Você já tinha parado para pensar que o consumo de drogas vai bater no teto? Eu também não tinha. Outro exemplo do impacto que teremos pela frente.

Tendência 3: “Stresse psicológico”

Isso será convertido em suicídio no futuro próximo? Não sabemos. Mas note uma leve suspensão do gráfico para a busca “como se matar” nos últimos dias.

Tendência 4: “Como se matar”

Não podemos afirmar, mas há um cenário ruim se construindo bem debaixo dos nossos narizes e devemos atuar de alguma maneira, e não ficarmos de braços cruzados. Veja outro exemplo de problema social, sem entrar nos méritos da busca em si.

Tendência 5: “Maconha”

O medo das pessoas é real. Veja mais alguns reflexos.

Tendência 6: “Morte”

Tendência 7: “Óbito”

Tendência 8: “Sequela”

A grande mídia influencia esses dados, sem dúvida. A chamada micromídia também (conversas, grupos de Whatsapp, etc). Fato é que temos um excesso de informação e uma população com baixa capacidade de filtro. Isso gera um ambiente propício para o crescimento de ideias ruins e pensamentos desconexos.

Todos podem ajudar nesse momento. Psiquiatras e psicólogos poderiam dar orientação? Pediatras poderiam ser porto-seguro de mães e pais? Clínicos, braços-direitos de seus pacientes? As pessoas estão desesperadas por auxílio. Uma palavra, um ombro amigo, uma orientação. Isso pode ajudar muito (você já sabe disso, é claro).

Bem… Isso posto, separei algumas tendências de busca que vão mostrar como o funil, de fato, se achatou nesse momento. Quero te mostrar, também, que as pessoas não pararam completamente de buscar informações de saúde basais. Elas também não estão buscando “só por informações sobre o coronavírus”.

Tentei separar por grupos, pois fica mais fácil de entender a tendência.

Busca por informações sobre o momento

Nitidamente, as buscas dispararam. Como te mostrei, tivemos um aumento de quase 200% de procura sobre o tema, em poucos dias. Sobre a epidemia, o pico é ainda mais intenso.

Tendência 9: “Epidemia”

As pessoas querem entender, de fato, o momento. Praticamente todos os termos relacionados à explicação do momento tiveram picos completamente fora da curva esperada.

Tendência 10: “Gripe espanhola”

A própria SARS, suspeito, foi buscada mais agora do que na época do seu protagonismo.

Tendência 11: “Sars”

Sintomas e especialidades com algum tipo de relação com a Covid-19

Quando digo “relação”, quero dizer qualquer tipo de relação. Sintomas que são comuns, anatomia envolvida comum, tratamento comum, diagnóstico comum, etc. Todas essas buscas sofreram um aumento substancial, em média maior que 300%.

Tendência 12: “Asma”

Tendência 13: “Gripe”

Tendência 14: “Cefaléia”

Tendência 15: “Garganta”

Tendência 16: “Febre”

Tendência 17: “Rinite”

Tendência 18: “Sintoma”

Tendência 19: “Anosmia” (disparou depois da primeira correlação anunciada)

Tendência 20: “Congestão nasal”

Pense: o número de pacientes com cefaléia não dobrou desde o início da epidemia. Mas o interesse pelo assunto aumentou. O mesmo acontece com os demais termos relacionados desse grupo. Essas são buscas informacionais diretamente correlacionadas com a Covid-19.

Um paciente com febre gostaria de entender quando se preocupar com uma febre ou não. Qual a temperatura é a que define uma febre. Quando ir ao médico, quando ficar em casa. Quais as doenças causam febre.

Eventualmente, um paciente com febre baixa há meses, recorrente, agora se vê frente a um diagnóstico de doença reumatológica, pelo simples interesse que teve no tema. Esse é apenas um exemplo hipotético, mas altamente provável no momento. A alta exposição a informações de saúde acelera o avanço dos pacientes no conhecimento de seus problemas, de uma maneira geral. Espere uma população muito mais informada no pós-Covid.

Se sua especialidade tem qualquer tipo de relação tangencial com o tema central, deve haver mais visibilidade informacional na sua área. Leve informação útil, ajude a população. Em troca, ganhe audiência e relevância. O melhor lugar para levar essas informações é no seu BLOG, como vou te mostrar no fim desse conteúdo.

É a hora da prevenção

Praticamente todas as buscas relacionadas à prevenção de doenças (de maneira geral) e problemas de saúde estão em alta. E mesmo que não relacionadas diretamente ao corona. Lembre-se: as pessoas estão em casa, em grande parte do tempo ociosas, e preocupadas com saúde.

Tendência 21: “Prevenção”

Tendência 22: “Evitar doença”

Tendência 23: “Dicas de saúde”

Note que essa tendência acima é um pouco “fraca”. As pessoas não estão em busca de gurus e informações rasas. Elas querem conteúdo relevante.

Tendência 24: “Saúde da mulher” (temos o 08 de março ali no meio do pico, que pode ter influenciado. Mas a curva está em patamar superior ao outubro rosa, por exemplo)

Tendência 25: “Saúde do homem” (em alta e talvez bata os mesmos níveis do novembro azul)

Tendência 26: “Saúde da criança”

Tendência 27: “Saúde do idoso”

Tendência 28: “Vacinação”

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Tendência 29: “Doenças”

Especialidades que tratam doenças crônicas e que aumentam risco estão em alta

Pense: um paciente jovem, hígido, está interessado em entender mais sobre a doença Covid-19 e sobre seus sintomas. Ele quer se prevenir e se preocupa, é claro.

No entanto, um paciente com uma doença de base, seja ela qualquer, quer tudo isso mas quer também um pouco de especificidade.

Quem tem hipertensão? Qual é a recomendação? E qual é a recomendação para quem tem diabetes? E para quem tem colite, gastrite, úlcera? E para quem tem câncer? E para quem tem glaucoma, catarata? E para quem estava com cirurgia marcada? E para quem tem problema renal, hepático? E para quem trata alguma doença cerebral? E para a criança que acabou de nascer? E para o recém-acidentado? E para o paciente com prótese de quadril, joelho? E para quem está com uma lesão de pele suspeita e estava com exérese programada?

Algumas dessas doenças crônicas tiveram queda, especialmente aquelas que não possuem relação direta com a Covid. Mas a queda não foi brusca, o que provavelmente reflete um aumento de busca por pacientes já diagnosticados com aqueles problemas e queda de busca de pacientes que ainda não são diagnosticados. Conseguimos alguns exemplos, como é o caso do glaucoma. Veja a busca pelo termo em si.

Tendência 30: “glaucoma” (queda pouco brusca)

Tendência 31: “tratamento glaucoma” (estamos no pico de buscas dos últimos 12 meses)

Em alguns outros termos com lógicas similares, esse mesmo comportamento é esperado.

Praticamente todas as buscas que relacionam patologias crônicas com a Covid-19 estão em alta, em cerca de 120% na média das palavras que buscamos.

Tendência 32: “hipertensão”

Tendência 33: “Diabetes”

Tendência 34: “Avc”

Tendência 35: “Hiv”

Tendência 36: “Gastrite”

Tendência 37: “Úlcera”

Tendência 38: “Câncer” (as pessoas não deixam de ter câncer nesse período, mas o interesse pode diminuir. Não caberia aqui reforçar a prevenção, oncologistas? Será que não conseguimos atuar para minimizar os riscos de adiarmos diagnósticos de vários pacientes?)

Tendência 39: “Puericultura”

O curioso caso das cirurgias eletivas

Aqui, encontramos as maiores variações. Alguns termos aumentaram buscas, outros diminuíram. O raciocínio de base que tivemos para interpretar alguns deles foi o seguinte: as pessoas continuam precisando/querendo realizar suas cirurgias e, já que não podem, é um ótimo momento para se informar mais sobre isso.

Alguns dados corroboram esse pensamento.

Tendência 40: “Pré-operatório”

Alguns, em nossa opinião, são surrealmente inexplicáveis (se os cirurgiões plásticos puderem, compartilhem a opinião nos comentários sobre esses dois gráficos):

Tendência 41: “mamoplastia de aumento”

Tendência 42: “mamoplastia redutora”

No entanto, as buscas informacionais geralmente aumentaram em todos esses grupos. Usando o mesmo exemplo da plástica.

Tendência 43: “O que é mamoplastia”

Tendência 44: “Abdominoplastia”

Tendência 45: “Rinoplastia” (aquele pico ali embaixo por ser o Corona? Pode. Pode ser um plástico que foi em um programa famoso de TV? Pode. Pode ter sido um BBB que falou que já fez? Pode. Não saberia dizer.)

Buscas transacionais tradicionais, de fato, sofreram impacto

As pessoas não vão sair de casa. Logo, não vão procurar por médicos para consultas eletivas. Tão simples quanto. A maior parte das buscas sofreu queda, mas em quase sua totalidade, o interesse na área apenas se desviou para pesquisas informacionais.

Ex.: as buscas por temas de oftalmologia não caíram, se olharmos o cenário global. Elas se desviaram para informacionais. Os problemas continuam e as pessoas continuam se sentindo incomodadas. O que mudou é que elas não têm muito o que fazer no curtíssimo prazo. Esse é justamente o conceito de demanda reprimida que falamos anteriormente.

Tendência 46: “Clínica” (leve alta)

Tendência 47: “Consultório” (leve alta)

Tendência 48: “Hospital” (alta)

Tendência 49: “Laboratório” (alta)

Tendência 50: “Médico convênio” (inalterado)

Tendência 51: “Médico particular” (inalterado)

Tendência 52: “Marcar médico” (inalterado)

Tendência 53: “Agendar médico” (sem picos)

Tendência 54: “Consultar médico” (inalterada)

Tendência 55: “Procurar médico” (pico nítido)

A busca pelo termo “Médico”, aliás, é icônica.

Tendência 56: “Médico”. Note a queda nos fins de semana, mas o aumento da curva basal. O primeiro gráfico representa os últimos 12 meses. O segundo, os últimos 5 anos.

Médicos estão em evidência e a população quer escutar deles o que fazer. Isso é fantástico.

Aqui está um exemplo de busca navegacional, em que o paciente já sabe o site que deseja consultar. De maneira geral, as marcas que se posicionaram fortemente na área de saúde, agora, se tornaram referência. Médicos bem posicionados também tiveram seus nomes mais buscados, de uma maneira geral.

Tendência 57: “Einstein”

Por fim, a relevância das buscas não tradicionais e o apelo da população

Todas as buscas relacionadas ao atendimento online explodiram nesse momento, por motivos óbvios.

Tendência 58: “atendimento online”

Tendência 59: “Agendamento online”

Tendência 60: “Médico online”

Tendência 61: “Whatsapp paciente”

Como ajudar?

Se você é um profissional de saúde e quer ajudar a informar, você deve ser uma opção para os pacientes que buscam sobre esses assuntos. De uma maneira geral, um paciente com uma dúvida específica não fica navegando nas redes sociais em busca da informação que quer (esse método não seria nada certeiro ou efetivo). As pessoas usam o Google para fazer isso.

Para o seu nome ser uma opção relevante, você deve ter um site e um blog. Se o site é bem feito, ele só vai ser uma opção para os pacientes que estão fazendo buscas transacionais. Se seu site é bem feito, ele NÃO vai aparecer quando um paciente busca por informação (a função de um site é ser o local de conversão, o ponto em que o paciente sai do digital e entra em contato para um agendamento). O seu blog tem essa função.

Digite qualquer busca informacional no Google e veja as páginas de destino que são expostas. Se sua busca for algo como “hipertensão e covid”, você provavelmente vai cair em uma página interna de um site (e não na home principal do site). Essa página, se o site é bem feito, deve fazer parte do BLOG.

A explicação técnica para isso está nesse e-book aqui (mais simples e rápido), ou nesse livro digital aqui (mais profundo e completo). Ambos são gratuitos.

Você pode fazer o seu Blog correndo, mas a verdade é que, se você ainda não tem, você já perdeu o timing. Quando falamos sobre posicionar um site nas primeiras posições, estamos falando de longo prazo. Aqui estão alguns exemplos de sites antigos de nossos clientes que surfaram na onda.

De 200 para 600 acessos:

De 50 para 130 acessos:

De 100 para 200 acessos:

De 50 para 150 acessos:

Todos esses exemplos são de especialidades não relacionadas ao Covid-19: pediatra, cirurgião plástico, oftalmologista e ortopedista. O mesmo padrão é o que vimos em praticamente todos os clientes com mais tempo de implementação. Essa curva não sobe em sites novos, pois o Google ainda não tem “confiança” no conteúdo, que só é adquirida com o tempo. A queda na ascensão de todos eles, no mesmo ponto, é o carnaval.

Existem soluções gratuitas, mas é provável que você se frustre. Pela nossa experiência, vai ser muito trabalho para pouca efetividade, afinal, você é médico, não especialista em marketing. Conte com o iMedicina se quiser investir nesse tipo de solução, pois essa é a nossa especialidade: somos a empresa líder nesse segmento, com milhares de médicos como clientes e mais de 3 milhões de acessos nos nossos sites (antes do Covid-19). Se quiser bater um papo, estamos à disposição. Temos outras formas de te ajudar, além do longo prazo também. Converse com a gente por aqui.

Se quiser auxiliar de outras formas, utilize nosso sistema de agendamento online (gratuito) para divulgar seus horários para os seus pacientes e conte com nossa ajuda na teleorientação. Estamos lançando ferramentas que auxiliarão nesse momento emergencial, com toda a segurança e privacidade que você e o seu paciente merecem.

A intenção desse “textão” foi tentar te ajudar a enxergar que você, como profissional de saúde, pode ter um impacto gigantesco se quiser colaborar. Contamos com você e com o seu conhecimento!

E aí? O que achou de tanta tendência? Como sua área pode colaborar? Ajude com ideias para os colegas! Vamos tornar esses comentários em algo colaborativo!

Abraços,

Raphael Trotta, médico oftalmologista pela UFMG, CEO iMedicina.

metodologia imedicinaPowered by Rock Convert

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