Telemedicina gratuita é mesmo confiável?

telemedicina

A telemedicina gratuita é uma boa opção? Muitas pessoas têm se perguntado se a modalidade, que tem sido bastante comentada nos últimos tempos, pode beneficiar pacientes que, durante a pandemia do novo coronavírus, preferem ou precisam permanecer em isolamento. Para falar sobre a questão, precisamos primeiro entender o que é telemedicina.

Trata-se do exercício da medicina por meio de comunicação audiovisual e de dados, com o intuito de auxiliar pacientes, educá-los ou fortalecer a pesquisa em saúde.

Tal definição, convém mencionar, veio do Conselho Federal de Medicina (CFM). Mas para que os serviços possam ser prestados corretamente, é preciso que haja a infraestrutura tecnológica apropriada para tal.

Além disso, espera-se que os médicos atuem à distância da mesma forma que o fazem durante atendimentos presenciais. Isso significa que é preciso obedecer às normas técnicas do CFM no que tange a guarda, manuseio, a transmissão de dados, a privacidade, a confidencialidade e o sigilo profissional.

Nesse contexto, pessoas jurídicas que desejarem prestar serviços de atendimento online devem ter no CFM do estado em que se encontram. Caso o prestador seja pessoa física, deve ser médico e ter inscrição no Conselho Regional de Medicina.

Esses são alguns dos pontos que devem ser considerados na hora de optar pelos serviços de uma plataforma de telemedicina gratuita. 

Em que ocasiões esse atendimento tem sido de grande ajuda? Falaremos mais sobre isso nos próximos tópicos. Acompanhe!

Telemedicina e o novo coronavírus

A Lei Nº 13.989, de 15 de abril de 2020, dispõe sobre o uso da telemedicina durante a crise causada pelo SARS-CoV-2, o novo coronavírus.

De acordo com o documento publicado em DOU, a prática da telemedicina fica autorizada, em caráter emergencial, desde que o médico informe o paciente sobre as limitações inerentes ao formato, como a impossibilidade de realização de exame físico durante o atendimento. 

Logo, os padrões éticos e normativos do atendimento presencial devem ser mantidos.

Isso inclui, claro, o respeito à privacidade do paciente e relação de sigilo entre ele e o profissional, a coleta e armazenamento de informações e a produção, quando necessário, de atestado médico ou prescrição de medicação.

Para além disso, a lei autorizou três modalidades de atendimento online:

  • Teleorientação: orientação e encaminhamento de pacientes remotamente;
  • Telemonitoramento: supervisão e monitoramento da saúde do paciente;
  • Teleinterconsulta: troca de informações entre médicos para facilitação de diagnóstico ou fins terapêuticos.

Ainda, para produzir um atestado ou um prontuário digital, é preciso que o especialista faça uso de um software médico seguro. Afinal, estamos falando sobre diagnóstico médico, o que é bastante particular, mas também sobre dados pessoais.

Segurança em primeiro lugar: como escolher o seu prestador de serviços?

Como vimos, é importante que o serviço de teleatendimento seja prestado por uma pessoa qualificada. Logo, desconfie de portais que não disponibilizam fotos, nome completo, CRM do especialista e, em caso de dúvida, sempre peça uma confirmação.

Quando algo parecer suspeito, não faça a consulta e entre em contato com o Conselho Federal de Medicina (CFM).

Ainda, confira a idoneidade da companhia que está por trás do serviço. Trata-se de uma empresa nova? Ela tem presença na internet ou foi criada recentemente? É possível ler depoimentos de clientes, entrar em contato com o serviço de atendimento, ligar para tirar dúvidas?

Se é uma empresa mais antiga, quantos clientes ela tem? Existem nomes no portfólio que fazem sentido para você ou que são autoridade no mercado de trabalho? Essas respostas, acredite, são fundamentais para definir se estamos diante de uma instituição idônea.

Finalizada essa etapa, convém buscar entender um pouco mais sobre a plataforma de teleatendimento e sobre a sua proposta: de fato é gratuita? Quantas vezes poderá falar com um médico? Existem taxas a serem pagas?

Em geral, sites confiáveis trazem definições claras sobre a proposta que desejam oferecer. Se algo parece nublado, vale manter a desconfiança alta. Na dúvida, envie um e-mail para o serviço de atendimento.

Por fim, pense sobre a segurança. As consultas serão feitas por WhatsApp ou utilizarão uma sala particular? Você terá acesso ao que foi dito pelo especialista? A sua imagem será preservada e o diagnóstico, sigiloso?

Ainda, é possível garantir que ninguém terá acesso à sua conta e que você estará protegido contra possíveis roubos de dados? Sem ter certeza de tudo isso, não vá adiante.

Conheça o iMedicina

O iMedicina é uma das dez maiores empresas de tecnologia voltadas para a área de saúde. Auxiliamos na produção de conteúdo e na facilitação de processos inerentes a consultórios médicos, como criação de prontuário médico e de assinatura digital. Além disso, já estamos presentes na rotina de cerca de 10.000 profissionais.

Com o intuito de ajudar no controle da disseminação do novo coronavírus e manter a população mais segura, o iMedicina decidiu criar uma plataforma 100% gratuita, voltada para teleorientação, integrada com prontuário e agendamento online.

Confira as vantagens de aderir ao serviço de teleatendimento gratuito do iMedicina.

Comecemos pela autoridade

O iMedicina já faz a diferença na vida de literalmente centenas de pessoas da área da saúde, de especialidades múltiplas. Para tanto, trabalha apenas com profissionais registrados em órgãos competentes, ou seja, os pacientes jamais se consultarão com pessoas que não são médicos de fato, como pode acontecer em plataformas menos conhecidas.

A segurança também é prioridade

Os serviços de telemedicina oferecidos pela nossa plataforma fornecem criptografia de ponta a ponta na conexão de vídeo.

Isso significa que apenas pessoas com acesso à sala têm podem ver a conteúdo, o que garante a privacidade da consulta e fornece mais tranquilidade ao paciente.

Para que o médico possa adentrar na chamada de vídeo, ele deve fazer a conexão por meio do prontuário, em vez de abrir uma janela separada para começar o atendimento. Assim, o registro de dados de consultas fica mais seguro, mas pode ser observado durante a conversa com o paciente.

O acesso ao vídeo, que é autorizado pelo médico com controle e token, é protegido por protocolo HTTPS, com certificado digital de 256 bits, e a plataforma é hospedada em servidores da Amazon AWS, HIPPA Compliant.

Por fim, há monitoramento de IP, para que se possa verificar quais são os navegadores que acessaram a chamada de vídeo e capturar possíveis tentativas de invasão.

Além disso, quaisquer dúvidas sobre os serviços de telemedicina oferecidos pelo iMedicina podem ser enviados diretamente para a central de atendimento, que funciona das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira, e pode ser acessada por meio de um chat..

Que tal começar a usar o sistema do iMedicina gratuitamente? Cadastre-se e comece a atender.

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