5 coisas que a faculdade de odontologia não te ensina

odontologia

Cursos superiores de odontologia às vezes pecam em não ensinar aspectos práticos da vida do dentista:

A qualidade da formação dos cursos de Odontologia do Brasil tem melhorado, assim como o desempenho de seus estudantes. O ranking do ENADE de 2016 apontou as melhores faculdades do país, são elas: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e outras cujo desempenho têm se mostrado alto, são majoritariamente públicas.

Mas existem algumas lições relevantes que os cursos de Odontologia, de forma geral, acabam não ensinando, principalmente ao aspecto prático ou profissional acerca da vida do dentista. De fato, a maioria dos cursos superiores em boa parte das ciências tem dificuldade em mostrar ao acadêmico como seguir adiante depois de deixar os bancos da Universidade, e com a Odontologia não é diferente. Com cursos mais preocupados com a formação técnica, teórica, prática e clínica dos alunos, confira cinco coisas que os cursos superiores de Odontologia [nem sempre] ensinam.

A odontologia é um trabalho muito próspero e não necessariamente são necessárias especializações para evoluir na profissão

Alguns cursos de Odontologia tendem a enxergar a ciência e a profissão de maneira apocalíptica. Veem nela falhas morais, econômicas e práticas que fariam desta ciência algo em decadência e, possivelmente em crise. Não bote fé nessa cega e infundada crença. Afinal, a Odontologia possui milhares de possibilidades, milhares de oportunidades de vivência e aprendizado que podem ser riquíssimas, e tudo isso depende apenas do uso que você, profissional, faz dela. Quem faz a Odontologia é o próprio dentista. Pense nisso!

Dizem por aí que o bom profissional é aquele que possui o currículo recheado de especializações. Certamente, se manter atualizado e capacitado para várias ações é uma boa maneira de sustentar a carreira, mas não pode ser considerado o único parâmetro de sucesso. Se fosse assim, não existiriam dentistas “ultra especializados” infelizes na profissão, enquanto outros profissionais de menos ficha técnica conquistam pacientes, dinheiro, reputação e prestígio. Pense sim em especializações e faça-as, mas não pense no dinheiro, e sim em sua realização pessoal ao realizar aquele trabalho.

Cuidar bem da relação com o paciente

A Odontologia é feita para o paciente. É ele que garante o seu “pão de cada dia”, é ele o cliente e centro de sua clínica, não você. Invista em formas de manter um bom relacionamento com ele ou ela em todos os momentos, antes, durante e após o atendimento. Mostre que se importe e que é você é um profissional compromissado com o bem estar de seu público.

Da mesma forma, duvide e desconfie de colegas que reclamam dos pacientes dizendo que são chatos ou muito exigentes. Se ele paga pelo serviço (com impostos ou com o próprio dinheiro), ele espera um atendimento digno. Se não o recebe, certamente não fica satisfeito e reclama. Essa é a lógica para qualquer atividade profissional.

Fazer bom uso dos convênios

Alguns professores ao longo da formação possuem sérias restrições com relação a atuação de convênios de saúde na odontologia. De fato, não se pode confiar plenamente na boa-fé de toda empresa que presta este tipo de serviço porque abusos realmente acontecem. Mas não caia na falácia de que os convênios estão acabando com a Odontologia, pois não estão.

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Saiba que fazer convênios pode dar muito resultado, porém é imprescindível conhecer e se informar muito bem sobre esse modelo de atuação. Conheça a empresa à qual se credenciará e leia o contrato com muita atenção. Se prepare enquanto profissional, planeje suas ações e se lance no mercado com cautela. Se for de sua decisão não trabalhar com convênios, que bom! A maioria dos pacientes sequer usam planos dentários, portanto, clientes não faltarão.

Valorizar sua classe profissional

Os dentistas são uma classe trabalhista relativamente unida. Colocamos a palavra “relativamente”, pois costumam se unir mais diante de lideranças e/ou entidades de classe do que uniões espontâneas. Parte desta falta de aglutinação é resultado de uma formação superior que não ensina sobre a importância de se lutar juntos pelos interesses comuns da classe profissional.

Portanto, dentista, valorize sua profissão. Encare e tenha orgulho do status que ela dá a você. Em rodas de colegas e amigos, fale bem da Odontologia e defenda o seu trabalho com a dignidade e o respeito que ele merece.

Gerir o dinheiro e a carreira

Não adianta ser extremamente competente para realizar os procedimentos dentários se você não souber lidar com as próprias finanças de seu trabalho. O melhor dentista com o pior planejamento será escravo de uma rotina intensa e de uma vida estressante até se aposentar, e para isso, alguns cuidados são necessários.

A faculdade não dá a atenção devida a este tema, mas recomendamos: tenha uma secretária. A “economia” de se trabalhar sozinho pode resultar em estresse em dobro, tempo pela metade e gastos desnecessários. Não tenha medo de investir no capital humano de seu consultório.

No entanto, um pouco de austeridade também não faz mal. Não deixe de cuidar do seu próprio dinheiro, tendo a cautela de não gastar mais recursos do que a receita que você arrecada. Invista o que for necessário para o seu crescimento e tente crescer nos negócios, mas tenha tudo na ponta do lápis.

É muito importante entender que, atualmente, para garantir seu espaço no mercado, o profissional da área da saúde deve estar sempre atualizado e investindo em ações que aumentem a visibilidade de sua clínica ou consultório, através de uma estratégia de marketing e de um bom atendimento e relacionamento com o paciente.

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