Telemedicina: tudo que você precisa saber

telemedicina

A telemedicina no Brasil é um tema já há muitos anos discutido. Durante esse tempo, vem despertando inúmeras dúvidas por parte da comunidade médica e também da população. Essa forma de atendimento torna possível o suporte a pacientes mesmo à distância e, considerando as transformações da sociedade impulsionadas pelo uso da tecnologia, mostra-se como opção viável nos dias de hoje.

Um dos principais questionamentos sobre a modalidade é com relação a sua regulamentação no país, o que é ou não permitido na prática. Além disso, como não é possível realizar o exame clínico físico remotamente, alguns profissionais ficam receosos de não conseguir prestar a devida assistência.

Mas, para isso, é preciso entender como a telemedicina realmente funciona. E a boa notícia é que existem respostas para tranquilizar a todos sobre isso e explicar como ela é capaz de favorecer o bem-estar das pessoas.

Ao longo deste texto, você vai encontrar algumas explicações valiosas. Então, continue a leitura!

Como é a regulamentação da telemedicina

A medicina a distância é regulamentada pela Resolução CFM 1.643/2002, que está em vigor até hoje. Além dela, a modalidade foi autorizada, em março de 2020, pelo Conselho Federal de Medicina, de forma temporária, por causa da pandemia do novo coronavírus.

Reconhecendo que o momento de isolamento e quarenta poderia ter grande impacto na assistência à saúde da população, o conselho agiu prontamente para atender essa necessidade, por meio do Ofício CFM 1.756/2020.

E, então, coube ao Ministério da Saúde estabelecer a Portaria 467 para regulamentar e operacionalizar o atendimento a distância.

Apenas para relembrar, em fevereiro de 2019, a Resolução CFM 2.227/2018 foi publicada, ampliando o exercício da telemedicina no Brasil. Entretanto, a medida acabou de sendo revogada, devido à necessidade de um debate mais amplo.

Na telemedicina, o que pode ser feito?

De acordo com as normas do CFM, a medicina online pode ser realizada com objetivos de: 

  • Teleorientação, isto é, o médico prestar esclarecimentos e orientar o paciente sobre como proceder;
  • Telemonitoramento, ou seja, quando o médico supervisiona, monitora questões de saúde;
  • Teleinterconsulta, isto é, quando médicos debatem situações com o objetivo de ajudar no diagnóstico e/ou tratamento.

Em outras palavras, o atendimento a distância serve como uma maneira de acompanhar as pessoas que mais precisam. Por exemplo, pacientes com quadros que demandam ajustes rotineiros na medicação necessitam de contato recorrente com o médico, não é mesmo?

Ou seja, com a medicina online, a pessoa sente que tem esse apoio do profissional, ainda que não possa ser examinada fisicamente. E, ao saber como está a evolução da saúde, o médico é capaz de reconhecer se é preciso solicitar mais exames. Isso significa tranquilidade para todas as partes!

E o que não pode?

É importante deixar claro que o fato de o atendimento ser online não significa que ele é sem controle. Pelo contrário! Para exercer a telemedicina, o profissional deve ter registro desse encontro no meio digital.

Portanto, o que não pode nessa modalidade é justamente descumprir com a seriedade necessária para a prestação desse serviço. E, assim, algumas das regras que incluem na regulamentação são:

  • Emissão de receitas e atestados com a devida assinatura eletrônica;
  • Consultas são realizadas entre médico e paciente, em meio tecnológico deve priorizar as plataformas de empresas especializadas em softwares médicos, com segurança, sigilo e integridade das informações;
  • Atendimentos registrados em prontuário clínico, com todas as informações que esse tipo de documento deve conter.

Esse último ponto será mais detalhado a seguir. Confira!

Como funciona a integração com o prontuário eletrônico

Como ficou determinado pelo Ministério da Saúde nessa autorização temporária da telemedicina, o atendimento pode ser realizado tanto na rede pública, quanto na privada. Para isso, é necessária uma boa conexão com a internet e o registro no prontuário do paciente é obrigatório, como mencionado anteriormente.

Esse documento tão importante no atendimento presencial continua igualmente importante no atendimento remoto, seja ele na forma física ou eletrônica. Ou seja, nele é preciso registrar:

  • Dados pessoais e informações clínicas relevantes sobre o paciente e evolução de seu quadro;
  • Atualização a cada novo contato com o paciente;
  • Horário e dia do atendimento e o meio utilizado para a consulta;
  • CRM do médico e seu Estado de registro.

Prontuários eletrônicos com inúmeras funções

A grande diferença é que, mais que nunca, torna-se fundamental o uso de plataformas de prontuários eletrônicos, que acabam sendo muito mais vantajosas que a anotação em papel.

Isso porque essas ferramentas reúnem dados que podem ser acessados de maneira mais dinâmica e ágil pelos médicos, além de funcionalidades customizáveis, conforme a realidade de cada consultório, clínica ou instituição de saúde.

Modelos de plataformas como a do iMedicina incluem estratégias que podem ajudar na interação com pacientes e na conquista de novos. 

Como esse cenário agiliza os procedimentos

Nesse cenário de atendimento remoto e uso de prontuários eletrônicos, é possível observar que médicos e pacientes ganham tempo, além de reduzir custos e deslocamentos.

Em outras palavras, a telemedicina permite que as pessoas sintam-se amparadas no conforto de suas próprias casas. Ainda que o quadro exija uma consulta presencial, ela permite um contato prévio, com orientações preciosas que podem ser adotadas mais prontamente. Além disso, o acompanhamento de doenças crônicas, por exemplo, pode ficar mais constante sem o deslocamento.

Já o profissional da medicina passa a contar ainda mais com os recursos dessas ferramentas online, uma vez que encontra rapidamente as informações que precisa para aquela consulta.

Como é garantida a segurança dos atendimentos

Um dos pontos determinados pelo CFM e Ministério da Saúde é que a medicina online siga critérios rigorosos de sigilo para o armazenamento da informação do paciente. Prontuários eletrônicos em plataformas como a do iMedicina ficam protegidos com segurança comparável a dos bancos.

Ou seja, a informação das pessoas atendidas remotamente precisam ser administradas com o maior zelo e responsabilidade possível, por meio de softwares desenvolvidos especificamente para essa finalidade.

Atendimento online de forma segura e eficaz coma telemedicina

Os atendimentos remotos estão agora fazendo parte da rotina dos médicos no Brasil. Essa adaptação se faz necessária para o atual momento de pandemia de Covid-19, mas pode ser que a modalidade continue a vigorar após esse contexto.

Tudo irá depender das determinações do CFM, conforme a necessidade de prestar assistência à população.

Portanto, para atuar da melhor forma possível por meio da telemedicina, o médico deverá contar com plataformas e recursos de tecnologia capazes de otimizar seu trabalho e organizar cuidadosamente os dados de pacientes.

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