6 dicas para atender seus pacientes por telemedicina

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Tema de debates por muitos anos, a telemedicina foi liberada no Brasil durante o combate à pandemia de Covid-19.

Porém, a regularização promovida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Ministério da Saúde autoriza o atendimento não só de pacientes afetados pela doença, mas também de qualquer outro tipo de assistência que possa ser realizada por essa via.

Entretanto, como toda novidade, essa também causou, e ainda causa, muitas desconfianças e medos. Afinal, a Medicina sempre foi conhecida pelo contato direto e acolhimento. Logo, passar a ter a intermediação de uma tela de computador para a realização de um atendimento médico, realmente gera estranheza.

Mas existem formas de amenizar esses sentimentos nos pacientes. Também é possível praticar um atendimento humanizado e mostrar que, mesmo à distância, a atenção dedicada e as orientações oferecidas são seguras.

Continue a leitura deste post e veja 6 dicas de como atender pacientes por telemedicina.

Os tipos de telemedicina

Para explicar como humanizar o atendimento por telemedicina, é preciso conhecer as formas dessa nova prática. A liberação envolve três áreas: a primeira é a teleorientação, em que o médico realiza a anamnese, de forma virtual, para iniciar o diagnóstico.

Ainda, há o telemonitoramento, ou seja, o monitoramento à distância do paciente e de sua evolução clínica. Por fim, existe a teleinterconsulta, que é a troca de informações entre médicos para debater algum caso. 

As maneiras de humanizar o atendimento à distância

O fato do paciente não estar no consultório não significa que os princípios básicos da Medicina, como a humanização, consentimento e respeito podem ficar de lado. É importante sempre ter em mente que a consulta deve ser conduzida como qualquer outra, apenas sem o contato físico. 

Por isso, existem maneiras que acolher o paciente e tranquilizá-lo a respeito dessa modalidade de assistência. A seguir, confira as 6 dicas que separamos. 

1. Simplesmente, converse

A primeira orientação é bem simples: converse com o paciente. A telemedicina não precisa ser “fria”. Assim, como em uma consulta normal, é importante ser receptivo e simpático, demonstrando tranquilidade e segurança.

Além disso, também é essencial praticar a chamada escuta ativa, ou seja, ouvir com atenção todas as informações, queixas e angústias que a pessoa apresentará durante o atendimento. Mesmo à distância, toda essa dedicação do profissional será perceptível.

Dessa forma, com o simples ato de se mostrar uma pessoa aberta a escutar e a conversar de forma agradável, o médico já deixará o paciente mais confiante e pode até mesmo fidelizá-lo ao atendimento. 

2. Explique o que é a telemedicina

Algo tão recente no país, como a telemedicina, pode deixar os pacientes confusos. Por isso, é fundamental explicar bem sobre esse novo modo de consulta médica. Ainda, é obrigatório obter o consentimento para a realização da consulta à distância. Com isso, o médico fica resguardado juridicamente, caso haja algum problema futuro acerca desse entendimento. 

Nesse sentido, ressalte ao paciente antes da consulta que a prática é regulamentada pelas entidades médicas e que é uma forma de tornar mais seguro o atendimento nessa época de pandemia.

Não se esqueça de dizer ao paciente que ele poderá ficar à vontade para relatar todas as suas queixas e dúvidas.

3. Tenha uma plataforma segura de telemedicina 

Toda essa demonstração de confiança e acolhimento que precisa ser repassada ao paciente deve ser baseada no uso de uma plataforma de telemedicina segura.

Afinal, o sigilo médico tem que ser mantido. Assim, qualquer informação do paciente, seja das condições clínicas ou de dados pessoais, precisa ser confidencial. 

O iMedicina, por exemplo, desenvolveu uma ferramenta de telemedicina que aplica criptografia e restringe o controle da sala, ou seja, apenas o médico e o paciente têm o acesso à “sala da consulta” e ao que foi conversado nela. Assim, há maior proteção contra invasões do sistema e vazamento dos dados.

Ainda, essa plataforma é hospedada em um servidor seguro, da AWS e HIPPA Compliant, com proteção do protocolo HTTPs. Com isso, apenas o médico autoriza a entrada na sala e o registro do IP é uma segurança extra para possíveis acessos indevidos. 

Outro ponto positivo é que se trata de uma ferramenta gratuita de telemedicina. O iMedicina decidiu disponibilizar sua plataforma sem nenhum custo. É uma forma de auxiliar médicos e pacientes nesse momento conturbado de pandemia.

A recomendação dada é apenas para que o profissional reserve alguns minutos para assistir aos tutoriais e ler as instruções de como usar a ferramenta. No entanto, não é difícil iniciar uma consulta. Basta apenas o médico enviar o link da sala ao paciente.

Por fim, todas essas informações de segurança e confiabilidade também devem ser repassadas à pessoa que será atendida. Ao entender que a telemedicina é uma prática que envolve cuidados e responsabilidade ética, o paciente se sentirá mais confortável.

4. Utilize um prontuário eletrônico

O prontuário eletrônico proporciona praticidade para todos os tipos de consultas, tantos nas presenciais quanto nas realizadas por telemedicina. Portanto, a dica é apostar nessa ferramenta para realizar atendimentos à distância.

Com um clique, é possível acessar as informações do paciente, como comorbidades, alergias, tratamentos já realizados e medicamentos prescritos.

Dessa maneira, evita-se todo o tempo perdido em procurar fichas de papel e o desgaste em arquivar fisicamente esses documentos.

5. Faça a prescrição digital

Durante a pandemia, surgiu também a necessidade de emitir receitas de forma virtual, que antes era apenas uma comodidade. Para tanto, escolha utilizar as plataformas que integram o prontuário eletrônico aos bulários digitais.

Nesse caso, a prescrição digital também promove mais praticidade, pois o médico pode selecionar de forma rápida os medicamentos que serão prescritos, assim como a posologia e outras orientações de uso. São mais de 60 mil remédios cadastrados, inclusive os de alto custo. O mesmo funciona para as solicitações de exames.

Toda essa facilidade fará com que o médico tenha tempo de se dedicar com mais atenção ao que o paciente tem a relatar. Mas quem é atendido também ganha: além de receber a receita impressa, o documento é enviado por mensagem SMS, com acesso privado. 

Em seguida, basta o paciente apresentá-lo em uma farmácia pelo próprio celular, sem nem ao menos necessitar de acesso à internet para visualizar a prescrição. 

Ah! Lembre-se de que para validar as receitas é necessário a obtenção de assinatura digital nos padrões ICP-Brasil.

6. Transmita confiança também no pós-consulta da telemedicina

As ações de pós-consulta são importantes também para os atendimentos realizados por telemedicina. Principalmente nesses casos, é essencial manter um fluxo de e-mail marketing com materiais que complementam ou reforçam o que foi conversado durante a consulta.

Por fim, se for necessário, não se pode esquecer de agendar o retorno e enviar o lembrete para a próxima consulta. Dessa maneira, com todos esses cuidados e atenção, o paciente se sentirá mais confiante com o atendimento por telemedicina.

Agora que você já sabe os passos para garantir um bom atendimento virtual, cadastre-se na ferramenta gratuita de telemedicina do iMedicina e comece a realizar seus atendimentos agora!

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