Como agendar uma consulta por telemedicina usando o iMedicina

Com a pandemia de Covid-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) liberou os atendimentos médicos online, ou seja, a telemedicina. Assim, algumas plataformas, como o iMedicina, surgiram para oferecer recursos de marcação de consultas para pacientes, de forma facilitada, ágil e segura.

Trata-se de acompanhamentos, chamados de teleorientação, criados para entendermos melhor o que está acontecendo no cenário atual. Eles fazem parte das permissões indicadas em um ofício publicado pelo Conselho, em março de 2020.

Desse modo, ainda que o médico não consiga realizar exame físico no paciente, por causa da distância, é possível contar com a orientação clínica a respeito das questões de saúde e das queixas de quem buscou o atendimento.

Como o assunto ainda desperta dúvidas, este artigo tem como objetivo esclarecer a regulamentação dessa modalidade no país. Em seguida, você também vai aprender a marcar uma consulta usando o software do iMedicina. Vamos lá?

Qual é a regulamentação da teleorientação e a resolução atual da telemedicina?

A teleorientação está dentro da telemedicina, portanto, é fundamental entender melhor o que significa esse atendimento a distância e de que forma está regulamentado no Brasil.

Contudo, é importante lembrar que o teleatendimento não surgiu no cenário brasileiro apenas por causa do novo coronavírus. Na verdade, esse recurso já estava regulamentado pelo CFM, porém, passou por algumas reformulações com o tempo.

Hoje, as consultas médicas online respeitam uma determinação que tem quase 20 anos. A Resolução CFM 1.643/2002 segue em vigor no país, sendo a responsável pela definição do que é a telemedicina, suas implicações e particularidades. 

Logo, trata-se da medicina que é feita em meios de comunicação audiovisual, prestando suporte ao paciente. A partir dela, o profissional pode, inclusive, emitir laudos em uma situação de emergência, para reforçar o tratamento necessário.

Mas havia uma necessidade de ampliar a telemedicina, então, em fevereiro de 2019, o CFM colocou em prática a Resolução 2.227/2018, mais abrangente que a anterior, com especificações sobre consultas online, entre outros procedimentos digitais. Essa medida, entretanto, não está em vigor, pois foi prontamente revogada após o conselho reconhecer a precisão de mais debates.

Teleorientação no Ofício do CFM

No ano passado, mais especificamente em abril de 2019, o novo Código de Ética Médica foi lançado, sem alterações práticas sobre a telemedicina. Mas reforçando que cabe ao CFM manter as atualizações a respeito da modalidade.

Assim, em 2020, essa prática foi realmente inserida, a partir do Ofício CFM 1.756/2020, que é o documento em vigor, juntamente com a Resolução CFM 1.643/2002.

Com a pandemia de Covid-19 e as medidas de isolamento e distanciamento social, a categoria médica reconheceu a necessidade de ampliar as formas de atendimento.

Naturalmente, o online tornou-se o meio mais seguro para evitar a disseminação do coronavírus. Desse modo, a telemedicina vira um recurso de grande valia para a população. Ela pode ser praticada da seguinte forma:

  • Telemonitoramento: serve para que médicos orientem com relação a parâmetros de saúde e/ou doença, de maneira remota;
  • Teleinterconsulta: ocorre quando os profissionais da medicina compartilham entre si informações e posicionamentos, algo muito natural na busca por diagnósticos precisos e, claro, tratamentos mais adequados;
  • Teleorientação: modalidade que está dando grande suporte aos pacientes, pois serve para que, em uma consulta online, o médico dê orientações com relação às dúvidas e queixas de saúde do paciente.

Disposição do Ministério da Saúde

Apenas para complementar a regulamentação da telemedicina no Brasil, é válido mencionar que o Ministério da Saúde tomou medidas dentro desse cenário. Isso foi feito por meio da Portaria 467, divulgada pouco depois do Ofício CFM 1.756/2020.

Para a pasta, o atendimento remoto é um recurso que permite aos profissionais do país exercerem a medicina, independentemente de ser pelo Sistema Único de Saúde ou pela rede particular.

Como agendar consulta de telemedicina pelo iMedicina?

Agora que a parte da regulamentação do atendimento médico a distância já está esclarecida, é hora de partir para o agendamento online de consulta.

Quando um paciente busca a orientação de um médico, a forma tradicional de fazer isso é pegar o telefone e ligar para a clínica, certo? Depois de ficar na espera por algum tempo, uma vez que a secretária estava resolvendo questões presenciais, enfim chega a hora de perguntar sobre dias e horários disponíveis.

Ainda que essa forma de agendamento continue bastante comum, hoje, especialmente com o impulso ao digital provocado pela pandemia, as pessoas estão buscando alternativas mais fáceis.

Nesse contexto, está o software médico seguro do iMedicina, que permite que o paciente agende sua consulta, de forma muito ágil e prática.

Configurações na plataforma do iMedicina

Dentro do iMedicina, o médico consegue criar sua própria agenda, ou seja, inserir os horários que tem disponíveis. Tudo fica salvo e registrado no sistema, então, assim que o profissional libera publicamente a agenda, os pacientes têm acesso e podem escolher a data mais conveniente.

Dessa forma, quando um agendamento é feito, esse horário fica bloqueado, ou seja, ninguém mais poderá optar por esse período escolhido previamente.

Inclusive, vale lembrar que o tempo de almoço e as pausas que o médico estipula também ficam reservados, sem abertura para consultas.

Por fim, depois que o paciente escolhe quando deseja ser atendido, ele recebe confirmações por e-mail e/ou mensagem.

Acesso fácil à teleorientação pelo iMedicina

O agendamento é tão importante quanto a consulta em si, concorda? Logo, se foi fácil, seguro e ágil para agendar, o paciente também merece a mesma comodidade na hora da teleorientação.

É por isso que o iMedicina oferece um link específico para esse atendimento, com o prontuário clínico integrado à plataforma.

Nesse sentido, a parte de pagamento também é facilitada e feita digitalmente. Cabe ao médico definir as formas de recebimento que deseja aceitar pela ferramenta, incluindo o PagSeguro, facilmente acessado por um link.

Plataforma de telemedicina facilita a vida

Tudo o que as pessoas buscam atualmente são formas de solucionar problemas e resolver dificuldades da vida. É por isso que plataformas, como a do iMedicina, são recursos que estão favorecendo muito a prática médica, principalmente em tempos de uso ampliado da teleorientação.

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